Que lição de vida, Marcos! Que história de persistência, superação e sucesso. E já tiveste algum aluno de educação especial? Como foi a experiência em sala de aula? Procure relatá-lo em seu dossiê. No relato sobre a escola, sugiro que menciones que os nomes dos alunos são fictícios para preservar sua identidade. Na conclusão, articulas muito bem a experiência da escola com as leituras realizadas. No seu wiki pessoal, poderias criar um link no sidebar para o pbwiki do dossiê.
Abraços, Fernanda
Bom dia, Marcos!
Muito pertinente a tua preocupação no primeiro caso em chamar a atenção para uma diferenciação sobre quais sejam as crianças com necessidades especiais. Poderias acrescentar o que diz a legislação sobre a identificação das crianças de Educação Especial, o que é válido para os dois casos. Seu dossiê está bem encaminhado! Aguardamos a história do aluno do segundo caso (podes dar um nome fictício a ele).
Boa semana!
Fernanda
Boa noite, Marcos!
Achei bem interessante a tua proposta de diferenciar dois casos de acordo com suas especificidades, o que eu já escrevi anteriormente. Entretanto, mostra-se necessário revisar a redação desta articulação de idéias entre um caso e outro, atentando ao que você define como “crianças com necessidades especiais de aprendizagem” e “crianças que necessitam de cuidados especiais”. Compreendi sua idéia, mas não está suficientemente clara sua diferenciação. Podes reportar sua argumentação às leituras realizadas. O que são crianças com necessidades especiais de aprendizagem? Refere-se a crianças com deficiências ou a crianças com transtornos de aprendizagem? Compreendi que estas te referindo às crianças com necessidades educativas especiais. Pelo o que você escreve, e lhe convido a refletir sobre tal idéia, não há crianças com “necessidades especiais de aprendizagem” que não apresentem dificuldades de relacionamento.
Sugiro a revisão desta frase em relação ao conteúdo: “Em geral as crianças com problemas mentais, são muito dóceis, prestativas, mas precisamos ficar atentos para mudanças bruscas de comportamento, que podem ocorrer por vários fatores, o principal deles é a proximidade com o aniversário, onde geralmente o aluno necessita aumentar a dose dos remédios, para enfrentar melhor o desconforto, devido à mudança no metabolismo do organismo”.
Continuando...
Ao falares sobre o desenvolvimento cognitivo, destacastes atividades que ele realizou como o xadrez, e que procura participar de outras atividades que estimulem seu desenvolvimento e raciocínio lógico, o que é fundamental para seus avanços cognitivos e afetivos.
Excelente a aproximação do ensino da matemática aos interesses do aluno, e o exemplo de sua aplicabilidade arrecadando fundos para a formatura. O esclarecimento da comunidade escolar sobre a deficiência do aluno e sobre como proceder em caso de uma crise convulsiva também é importante no sentido de tranqüilizar e envolver a todos.
Por fim, é importante que especifiques, através de uma frase, na passagem para o segundo caso, qual é o seu “estudo de caso”, aquele que você está se aprofundando mais. Compreendi que é o segundo, corrija-me se entendi mal.
Poderia complementar seu estudo de caso com dados sobre a realização de acompanhamentos especializados (já falaste do diagnóstico), a relação com a família e como é trabalhada sua inclusão, além de já ir pensando nas conclusões de seu dossiê, conforme indicações da atividade da unidade 7.
Um abraço,
Fernanda
Oi Marcos!
Seu dossiê denota envolvimento com os estudos desta interdisciplina. O que você refere em relação ao aluno que está em uma sala de aula com colegas de idade muito inferior, que poderá fazer com que ele fique mais atrasado mentalmente, precisa ser revisto, no sentido de esclarecer tal idéia. Afinal, depois de construídas as estruturas de conhecimento, não há como retroceder, ou seja, são aprendizagens consolidadas. Ressalta-se na conclusão de seu dossiê o destaque à idéia muito pertinente de que o professor tem a responsabilidade em suas mãos de trabalhar temáticas voltadas à formação do ser humano, a moral, a ética, o respeito às diferenças.
Um abraço,
Fernanda
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Comments (5)
fernanda.pead@... said
at 11:35 am on Apr 22, 2009
Que lição de vida, Marcos! Que história de persistência, superação e sucesso. E já tiveste algum aluno de educação especial? Como foi a experiência em sala de aula? Procure relatá-lo em seu dossiê. No relato sobre a escola, sugiro que menciones que os nomes dos alunos são fictícios para preservar sua identidade. Na conclusão, articulas muito bem a experiência da escola com as leituras realizadas. No seu wiki pessoal, poderias criar um link no sidebar para o pbwiki do dossiê.
Abraços, Fernanda
fernanda.pead@... said
at 8:42 am on May 18, 2009
Bom dia, Marcos!
Muito pertinente a tua preocupação no primeiro caso em chamar a atenção para uma diferenciação sobre quais sejam as crianças com necessidades especiais. Poderias acrescentar o que diz a legislação sobre a identificação das crianças de Educação Especial, o que é válido para os dois casos. Seu dossiê está bem encaminhado! Aguardamos a história do aluno do segundo caso (podes dar um nome fictício a ele).
Boa semana!
Fernanda
fernanda.pead@... said
at 7:02 pm on Jun 18, 2009
Boa noite, Marcos!
Achei bem interessante a tua proposta de diferenciar dois casos de acordo com suas especificidades, o que eu já escrevi anteriormente. Entretanto, mostra-se necessário revisar a redação desta articulação de idéias entre um caso e outro, atentando ao que você define como “crianças com necessidades especiais de aprendizagem” e “crianças que necessitam de cuidados especiais”. Compreendi sua idéia, mas não está suficientemente clara sua diferenciação. Podes reportar sua argumentação às leituras realizadas. O que são crianças com necessidades especiais de aprendizagem? Refere-se a crianças com deficiências ou a crianças com transtornos de aprendizagem? Compreendi que estas te referindo às crianças com necessidades educativas especiais. Pelo o que você escreve, e lhe convido a refletir sobre tal idéia, não há crianças com “necessidades especiais de aprendizagem” que não apresentem dificuldades de relacionamento.
Sugiro a revisão desta frase em relação ao conteúdo: “Em geral as crianças com problemas mentais, são muito dóceis, prestativas, mas precisamos ficar atentos para mudanças bruscas de comportamento, que podem ocorrer por vários fatores, o principal deles é a proximidade com o aniversário, onde geralmente o aluno necessita aumentar a dose dos remédios, para enfrentar melhor o desconforto, devido à mudança no metabolismo do organismo”.
fernanda.pead@... said
at 7:03 pm on Jun 18, 2009
Continuando...
Ao falares sobre o desenvolvimento cognitivo, destacastes atividades que ele realizou como o xadrez, e que procura participar de outras atividades que estimulem seu desenvolvimento e raciocínio lógico, o que é fundamental para seus avanços cognitivos e afetivos.
Excelente a aproximação do ensino da matemática aos interesses do aluno, e o exemplo de sua aplicabilidade arrecadando fundos para a formatura. O esclarecimento da comunidade escolar sobre a deficiência do aluno e sobre como proceder em caso de uma crise convulsiva também é importante no sentido de tranqüilizar e envolver a todos.
Por fim, é importante que especifiques, através de uma frase, na passagem para o segundo caso, qual é o seu “estudo de caso”, aquele que você está se aprofundando mais. Compreendi que é o segundo, corrija-me se entendi mal.
Poderia complementar seu estudo de caso com dados sobre a realização de acompanhamentos especializados (já falaste do diagnóstico), a relação com a família e como é trabalhada sua inclusão, além de já ir pensando nas conclusões de seu dossiê, conforme indicações da atividade da unidade 7.
Um abraço,
Fernanda
fernanda.pead@... said
at 9:20 pm on Jul 12, 2009
Oi Marcos!
Seu dossiê denota envolvimento com os estudos desta interdisciplina. O que você refere em relação ao aluno que está em uma sala de aula com colegas de idade muito inferior, que poderá fazer com que ele fique mais atrasado mentalmente, precisa ser revisto, no sentido de esclarecer tal idéia. Afinal, depois de construídas as estruturas de conhecimento, não há como retroceder, ou seja, são aprendizagens consolidadas. Ressalta-se na conclusão de seu dossiê o destaque à idéia muito pertinente de que o professor tem a responsabilidade em suas mãos de trabalhar temáticas voltadas à formação do ser humano, a moral, a ética, o respeito às diferenças.
Um abraço,
Fernanda
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